Síndrome do Pôr do Sol: quais os cuidados

Você já ouviu falar sobre a síndrome do pôr do sol?

Se convive com idosos, sejam eles seus pais, avós, padrinhos ou parentes, é muito importante conhecer esta síndrome que pode tornar a vida deles bastante conturbada.

Para esclarecer dúvidas acerca da síndrome do pôr do sol, preparamos este artigo.

 

O que é síndrome do pôr do sol?

A síndrome do pôr do sol, ou síndrome do entardecer, como também é conhecida, afeta principalmente idosos que já sofrem com algum tipo de demência, como o Alzheimer.

A síndrome do pôr do sol, causa confusão mental ao fim do dia, por isso o nome.

É necessária muita paciência e cuidado para lidar com idosos que sofrem com esta síndrome, que ainda não é considerada uma doença, por sua característica de afetar pessoas que já sofrem com demência.

É preciso paciência porque, muitas vezes, quem não entende do assunto ou não está acostumado a lidar com a síndrome do pôr do sol, pode achar que o idoso está apenas fazendo pirraça.

Isso se deve ao fato de que, mesmo após passar anos morando na mesma casa, os idosos podem não reconhecer o local como seu lar e ficar vagando pelos cômodos perguntando onde estão.

Ainda atrelado a essa confusão mental, está o fato de não ser capaz de reconhecer parentes próximos e pessoas de convívio diário no momento de picos da síndrome.

Por não conseguir reconhecer pessoas ou lugares que até então eram familiares, os pacientes tendem a fazer as mesmas perguntas por diversas vezes, pedir para voltar para casa.

Os idosos que sofrem da síndrome do pôr do sol, podem se tornar irritadiços e agitados, além disso, tem problemas para se concentrar, manter um raciocínio.

O que pode trazer dificuldades para dormir, se descontrolar e demonstrar agressividade, gritando e se debatendo.

 

Sintomas da síndrome do pôr do sol

Especialistas ainda não reconhecem a síndrome do pôr do sol como doença, pois acredita-se que ela seja um fenômeno ligado a quadros de demência.

Como dito anteriormente, os parentes ou profissionais que cuidam destes idosos que sofrem com esta síndrome, precisam de paciência.

Quando o idoso já convive com Alzheimer, já é preciso muito cuidado e paciência para lidar com os sintomas, ao adicionar a síndrome do pôr do sol, os cuidados precisam ser redobrados.

Os principais sintomas envolvem:

  • Confusão mental: o paciente não consegue reconhecer pessoas e lugares e não aceita as respostas que lhe são dadas;
  • Agitação: por conta da confusão e de não identificar onde está ou quem são as pessoas a sua volta, a agitação toma conta do paciente, que pode demorar a recobrar a consciência e se acalmar;
  • Agressividade: é comum que os idosos com síndrome do pôr do sol se tornem agressivos, por não acreditar ou aceitar as informações que lhe são passadas, eles recorrem a agressão verbal e física.

O que pode machucar os idosos e as pessoas a sua volta.

  • Alucinações e delírios: não reconhecer pessoas e não aceitar a realidade, são sintomas das alucinações dos idosos nesse estágio.

Quais cuidados tomar

Por se tratar de um fenômeno que afeta idosos que já sofrem com uma doença pré-existente, é preciso muita atenção, carinho e cuidado com estes pacientes.

É preciso entender que, não se trata de manhã ou fingimento, a pessoa que passa por esta situação, precisa de acolhimento, se sentir em um lar.

E aos responsáveis por ela, fica a responsabilidade de aprender como lidar com os sintomas.

Não é indicado medicar o idoso sem prescrição médica. É preciso realizar consultas para chegar a uma dosagem e tratamento adequado para cada idoso.

Muitas das pessoas que cuidam dos idosos e não tem conhecimento sobre a síndrome do pôr do sol, podem ficar tentados a oferecer calmantes ou remédios para dormir, a fim de acabar com o surto.

No caso de o idoso começar a machucar as pessoas ao seu redor e principalmente, se machucar, é recomendado procurar orientação especializada.

Especialistas costumam indicar medicamentos para acalmar o paciente e mantê-lo seguro.

Os sintomas costumam aparecer no fim do dia, ao anoitecer, por isso, tentar manter as luzes acesas quando a tarde chega, pode fazer com que essa transição seja mais tranquila para os idosos.

Conheça mais cuidados para tornar a rotina de quem sofre com síndrome do pôr do sol mais calma.

– Rotina: montar uma rotina, principalmente para o fim do dia, pode ser essencial para aliviar os sintomas;

-Evite barulho: som alto, conversas e risadas podem ser agravantes para os sintomas, por isso, diminua-os ao máximo;

– Planejamento: planejar tudo que o idoso vai fazer ao longo do dia, pode facilitar o reconhecimento de pessoas e lugares;

– Exercícios físicos: com acompanhamento e dentro das possibilidades do idoso, monte uma rotina de atividades físicas. Isso pode ajudar a relaxar;

– Controle programas de TV e filmes que o idoso tem acesso: conteúdos violentos, podem contribuir para os sinais de agressividade na vida real;

– Invista em atividades relaxantes: música, filmes, artesanato e atividades que acalmem e tragam prazer, pode ser o ponto de equilíbrio na vida dos pacientes;

– Sono: o descanso é fundamental, por isso, coloque horários para que o idoso se prepare para dormir e tenha horários para acordar.

Momentos de descanso ao longo do dia são importantes, mas não deixe que o paciente durma muito durante o dia para não atrapalhar o sono da noite.

Para proporcionar o melhor tratamento para os idosos com estes sintomas, fazer com que eles se sintam em um lar, cheio de cuidado e carinho, é fundamental.

 

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